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Arquivo FutebolGOLS CONTRA DE GOLEIROS
 WASA 15 x 13 Crab Connection | Arbroath 36 x 0 Dundee Harp      + GOLEADAS   + ESPECIAIS

Pesquisas de Laércio Becker, de Curitiba-PR     laerciobecker@hotmail.com

Página adicionada em 19 de setembro de 2010 - revisada em 14/Setembro/2011
“Autogolo”, no português de Portugal, é o nosso tradicional “gol contra”. Não confundir com “autobol”, uma espécie de futebol jogado com carros e uma bola grande, cuja primeira partida foi disputada no Estádio Luso-Brasileiro (ver nosso artigo sobre esse estádio), em 1970. No Brasil, bem que “autogol” podia ser o nome do gol contra de goleiro. De qualquer modo, os mais famosos são os seguintes.
 
O gol contra de Valdir Appel
Foto do gol contra de Valdir Appel em 1964
 
16.03.1969, Maracanã, Vasco x Bangu. Após fazer uma defesa fácil, o goleiro vascaíno Valdir Appel (foto ao lado), ao girar o corpo para repor a bola em jogo, perdeu o equilíbrio e ela acabou entrando na própria meta. “Vocês podem registrar o gol, porque nunca mais vai haver outro igual. Sinceramente, quando olhei a bola dentro do gol, não acreditei que tinha feito aquilo. Para mim aquele gol não existiu, mas infelizmente tenho que ser realista. Não tive coragem nem de ir buscar a bola; cada vez que olhava para dentro do gol, parecia estar sonhando” (cf. Bindi).

Bem, Valdir errou na previsão. 1987, Grenal pela Copa União. Taffarel, após fazer uma defesa fácil para o colorado, quis repor a bola em jogo com tanta pressa que se atrapalhou e jogou-a nas próprias redes (cf. Emedê). Placar final, Grêmio 1x0.

Falando em gaúchos, tem esta outra história, contada por Jaime Codinotti a Lino Ceretta: o Guarany de Cruz Alta tinha um goleiro chamado João do Prado, que usava um boné durante os jogos. Certa vez, após uma grande defesa, o acessório caiu dentro do gol. Com a bola ainda nas mãos, foi pegar o boné e, assim, acabou marcando gol contra, é claro.

Também do Rio Grande do Sul é esta lenda contada por Sandro Moreyra e Luiz Mendes: Sacuri x Planaltino, no interior do estado. Pênalti para o Sacuri. Foi bater Zé do Efeito, cujo nome diz tudo, seus chutes eram indefensáveis. Bateu. E, para estupefação geral, o goleiro Berimbau defendeu. Quando o árbitro manda que Berimbau reponha a bola em jogo, o goleiro deu aquela tradicional quicada com a bola no chão. Pra quê! Provavelmente graças a um morrinho artilheiro, a bola pegou um efeito e pulou para dentro do gol. Mas é claro que o mérito foi atribuído a Zé do Efeito – e aí está a lenda.

Luiz Mendes, porém, diz que um lance semelhante aconteceu de verdade, num campeonato brasileiro. Atlético Paranaense e Goiás, em Curitiba, empataram em 1x1 e, pelo regulamento, teriam que disputar pênaltis. Na quinta cobrança do Atlético, por Oliveira, o goleiro Eduardo defendeu parcialmente. Mas a bola, ao quicar no chão, tomou efeito e entrou no gol.

O goleiro Dany Verlinden, do Brugge, conseguiu uma façanha mais bizarra ainda: um gol contra de bicicleta, em favor do Beveren. “Ainda busco resposta para o que ocorreu. Só sei que nunca fiz um gol tão fantástico” (cf. Bindi).
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Página adicionada em 19 de setembro de 2010 - revisada em 14/Setembro/2011
Fontes de pesquisas utilizadas pelo autor (Laércio Becker):
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