| Arquivo |
|
|
|
| Especiais |
|
|
|
| + Futebol |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Palmeiras, o Grande Campeão
INTRODUÇÃO
"Liderado por Leão e Ademir da Guia, a Academia entra em campo para enfrentar o Botafogo de Brito, Marinho Chagas e Jairzinho. Quando o juiz apita o final da partida, os jogadores alviverdes explodem de alegria com a conquista do seu primeiro título brasileiro."
É campeão! É campeão! Quando o Palmeiras entrou no gramado do Morumbi para decidir o Brasileiro de 1972 contra o Botafogo, sua torcida já tinha o grito de guerra muito bem ensaiado. Afinal, só naquele ano, a sala de troféus do Parque Antártica havia engordado em mais quatro taças. Como era o melhor time do campeonato, jogava em casa e tinha ainda por cima a vantagem do empate, ninguém acreditava em outro resultado senão o título. Muito menos os jogadores.
"Eram tantas conquistas que estávamos tranquilos, sem pressão, certos da vitória, lembrava o zagueiro Luís Pereira quando ainda jogava no São Bernardo, da 2ª Divisão Paulista em 1993.
A vitória não veio - a partida terminou empatada em 0 a 0 -, mas o empate valeu a taça, que coroou com justiça um elenco de futebol que beirava a perfeição.
Para chegar ao favoritismo, porém, o Palmeiras passou por maus bocados durante a competição. Nas primeiras rodadas, uma derrota para o Coritiba (1x0) e uma série de empates contra equipes modestas preocuparam. |
|
A CAMPANHA Palmeiras 0x1 Coritiba 3x0 Vitória 1x1 Sergipe 2x2 Botafogo 3x0 Santa Cruz 1x1 Inter 2x1 Náutico 3x1 CRB 2x2 Cruzeiro 1x0 Fluminense 1x0 Portuguesa 3x0 Atlético/MG 1x0 Flamengo 0x1 Santos 0x0 Vasco 0x1 Corinthians 0x0 Nacional/AM 2x0 Remo 1x0 Grêmio 2x0 América/RJ 2x1 América/MG 0x0 São Paulo 4x1 Bahia 3x0 Ceará 2x2 ABC 0x2 São Paulo 3x1 América/RJ 3x0 Coritiba 1x1 Inter 0x0 Botafogo |
"Estávamos de ressaca, após a conquista do Campeonato Paulista, e demoramos um pouco para recordar", justificou o ex-atacante Leivinha.
Para agravar a situação do time naquele seu início titubeante, trinta dias após a estréia, em Recife, os jogadores se atrasaram na volta do almoço e o técnico Brandão chegou a pedir as contas. "O forte do nosso elenco era a união e resolvíamos os problemas entre a gente, conversando", recordou o ex-meia Ademir da Guia. O time conversou e Brandão ficou.
Contratempos resolvidos, o alviverde pôde jogar com tranquilidade seu futebol. A tática era simples: tocar a bola com rapidez, preencher todos os espaços do campo e exercer dura marcação se o adversário estivesse com a bola. "Quando eles percebiam, já tínhamos tomado conta do jogo", salienta o ex-ponta Edu.
Caso nada desse certo, havia pelo menos um craque em cada setor do campo para resolver a parada. Leão, no gol, era a segurança; Luís Pereira, uma combinação de garra e talento; o volante Dudu combatia e catimbava como ninguém; Ademir da Guia dava o toque de classe; e Leivinha sabia driblar e fazer gols.
Um empate suado contra o Inter (1x1), no Pacaembu, colocou o time na grande decisão. Certos de que o pior já tinha passado, os palmeirenses não encontraram dificuldades para impor seu jogo contra o Botafogo. Na verdade, a equipe carioca, que precisava vencer, mostrou-se tímida na hora de atacar. Nas raras tentativas, Jairzinho, Zequinha e Fischer eram bem marcados por Dudu, Alfredo e Luís Pereira e pouco produziam de útil. Favorecidos pelo empate, os jogadores do Palmeiras preferiram quase não se arriscar no ataque. |
|
|
| Introdução | Como Foi o Jogo | Ficha Técnica |
|
|
|
|
|
Fontes: Revista Placar, N° 1089, de Nov/1993; e Arquivo Campeões do Futebol Pesquisas de Sidney Barbosa da Silva Página adicionada em 11 de agosto de 2009. |
|
|
| Todos Campeões História do Palmeiras + ESPECIAIS |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
 |
|
|
|
| |
| Arquivo Campeões do Futebol - www.campeoesdofutebol.com.br - Desenvolvido e mantido por Sidney Barbosa da Silva - Desde 2005 |
| * Permitido a reprodução de todo conteúdo desde que citada a fonte e o Autor/Pesquisador |
|
|