Brasil no fundo do poço: como a Seleção perdeu o rumo
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Uma boa exibição na Copa América teria criado um momento para as eliminatórias da Copa do Mundo. Mas outra eliminação precoce do torneio expôs um time sem coesão. A propósito, se você estiver disposto a fazer apostas em grandes torneios de futebol como a Copa América, você pode conferir o site https://8casino-bet.com/. Lá você pode descobrir inúmeras possibilidades de apostas, bem como uma ampla seleção de jogos de cassino incríveis para relaxar perfeitamente.
Se isso não é o fundo do poço para a Seleção, é o mais próximo que não faz diferença. Outra eliminação precoce do torneio. Outro time do Brasil fazendo história indesejada. Sua derrota para o Uruguai nos pênaltis nas quartas de final da Copa América marca a sétima vez que eles foram eliminados de um torneio realizado fora do Brasil antes das semifinais desde 2009.
Pode não ser 1950 ou 7-1, mas a última derrota pinta um quadro tão sombrio quanto esses resultados famosos.
Indo para a Copa América deste verão, havia pouca expectativa de que o Brasil ganharia seu 10º título. Mas esta poderia ter sido, deveria ter sido, uma chance de criar um momento. Após anos de turbulência na federação, havia esperança de que uma boa exibição pudesse desencadear uma mudança antes da próxima rodada das eliminatórias da Copa do Mundo, onde o Brasil está em sexto lugar na classificação — colocando-os perigosamente perto de perder o torneio de 2026 completamente.
Após fortes saídas contra Espanha e Inglaterra em março, o técnico Dorival Júnior, que foi convocado para acabar com a podridão, parecia ter estabilizado o time. Mas a Copa América fez pouco para silenciar os céticos de Dorival. Ele foi criticado por não reagir no jogo e por fazer substituições tarde demais. Mais alarmante, sua autoridade sobre um time repleto de estrelas está sendo questionada. Antes da disputa por pênaltis, enquanto os jogadores se amontoavam, Dorival foi deixado de fora do círculo. Levantando a mão para falar, Dorival foi ignorado.
O técnico falou durante todo o torneio sobre seu foco nos pênaltis. O Brasil passou as sessões pré-jogo praticando pênaltis, sabendo que as chances de uma disputa por pênaltis aumentaram com a Copa América indo direto para os pênaltis durante as rodadas eliminatórias sem prorrogação. No entanto, apesar de supostamente perder todos os pênaltis no treinamento, Éder Militão foi escolhido como o primeiro a cobrar um pênalti e prontamente errou suas falas, assim como Douglas Luiz.
Abordado por fãs irritados no hotel do time, pedindo que Dorival e o capitão Danilo se aposentassem, Danilo disse que o Brasil é um "time jovem que mostrou que pode fazer grandes coisas" e que ele "só espera que as pessoas tenham um pouco de paciência".
Poucos concordariam. A paciência já estava acabando antes do torneio, e os resultados e desempenhos apontam para um time que novamente perdeu o rumo. O Brasil venceu apenas um jogo, uma goleada de 4 a 1 sobre o modesto Paraguai em seu segundo jogo do grupo. Em suas outras três partidas contra Costa Rica, Colômbia e Uruguai, eles empataram no tempo regulamentar e não conseguiram marcar em jogadas de bola rolando.
O Brasil é associado a jogadas fluidas e fluidas, mas o time de Dorival estava divagando. A alegria parecia ter sido arrancada. Havia pouca intensidade. Os jogadores esperados para injetar dinamismo – Rodrygo, Endrick, Vinícius Júnior – foram deixados no banco ou decepcionados. Grande parte do foco foi colocado em Vinícius, que está ouvindo críticas de todos os ângulos.

"Vinícius não é o jogador que você diz 'se ele jogar bem, o Brasil será campeão'. Se ele jogar bem, ele [só] ajudará muito o Brasil", disse o grande brasileiro Romário recentemente.
As evidências deste verão sugerem que ele está certo. Vinícius foi mais uma vez incapaz de convencer no grande palco por seu país – e foi suspenso para as quartas de final após receber dois cartões baratos na fase de grupos. Ele marcou duas vezes na vitória sobre o Paraguai, mas desapareceu nos empates contra Costa Rica e Colômbia. Para seu clube, Vinícius é um borrão de velocidade. Ele é inventivo no terço final. Quando ele está rolando, nenhum defensor pode pará-lo. Mas esse jogador desaparece quando ele veste a camisa amarela.
Sob sucessivos treinadores, ele tem lutado para encontrar seu papel. Ele deveria estar avançando pela esquerda? Segurando o jogo no meio? Caindo mais fundo? Ele conecta o jogo ou o inicia? Ele oscila entre períodos de frustração, vagando sem a bola ou liderando missões infrutíferas de um homem só em corredores fechados. Em 251 minutos na Copa deste verão, ele teve o dobro do número de toques malsucedidos do que passes que levaram a um chute.
Mas, por mais que Vinícius carregue o fardo criativo, a falha em envolvê-lo mais recai sobre aqueles ao seu redor. O atacante só pode prosperar em um time estruturado com uma base estável. E conforme Vinícius cresceu e se tornou o jogador mais influente do país, o time ao seu redor caiu na mediocridade.
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