Genildo Oliveira
 

 

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23:30   segunda-feira, 25/02/2008

Potiguar vence o Baraúnas e dança o Créu na maior festa do ano



foto da partidaAo som do coro da torcida, que não parava de entoar o "Creu" e "Chupa que é de uva", sucessos do momento, o Time Macho fez o Baraúnas dançar no Nogueirão, neste sábado (23/2), em mais um clássico Potiba.

Quem pagou para entrar na festa, não se arrependeu.

A "banda" do Time Macho, sob a batuta do maestro Miluir Macedo, impôs seu ritmo logo cedo.

Com um minuto de bola rolando, aproveitando cruzamento da direita, Vaninho, um dos destaques do jogo, mandou para as redes. Eram apenas os primeiros acordes do principal sucesso da noite e que o Nogueirão, em sua maioria de vermelho e branco, cantaria até o fim: créu.

Bem distribuído em campo e mostrando a velha raça de sempre, o Potiguar não mudou o diapasão. Ainda desperdiçou algumas chances, mas logo encontrou o ritmo novamente. Aos 35 minutos, para afastar a fase ruim que o acompanhava, o atacante com nome de cantor, Fagner invadiu a área e soltou o chute para encontrar as redes. Depois, correu para a platéia e soltou a voz: créu, créu.

Nas poucas vezes em que a boa zaga, formada pelo jovem Rumennig e o imponente Paulão, permitiu a entrada do adversário no salão príncipe, Marcos Paulo, um paredão na meta alvirrubra, não desafinou. Pegou todas.

No meio, além da pegada de Wellington e Everton, que fizeram uma partida perfeita, dando segurança a todo setor defensivo, o time ainda tinha a criatividade de Jean e Vaninho, que não possuem grande estatura, mas um futebol gigante, capaz de ser notado a quilômetros de distância, inclusive na estrada de Alagoinha.

No segundo tempo, o Potiguar diminuiu um pouco o ritmo. Foi quase romântico para os convidados. Mas na verdade, estava guardando fôlego para a parte final da festa.

A torcida aproveitou e quis variar um pouco em seu repertório. Passou a cantar o "Chupa que é de uva", adoçando a boca de toda a platéia.

Aos 35 minutos, Wellington, o verdadeiro e único leão em campo, resolveu dar uma canja na festa. Chutou cruzado da direita, a bola desviou na zaga e encobriu o goleiro adversário, fazendo mais um. E tome créu, créu, créu.

Alguns convidados, mais exaltados, e sem entender o espírito do show, atravessaram no ritmo e acabaram expulsos da festa. De volta, o principal sucesso da noite foi entoado até o final. No apagar das luzes do show, André Borges, o lateral artilheiro, soltou a bomba para fazer o quarto e último gol da noitada.

Na comemoração, os artistas príncipes e principais da festa, agradeceram à presença da platéia apresentando a coreografia do Créu. O povo pediu bis. Todo mundo dançou, inclusive o adversário, que de tão tonto, acabou de quatro: créu, créu, créu, créu.



 

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