Agora distantes da pandemia de COVID-19, podemos avaliar melhor esse período conturbado que vivemos. Nada saiu ileso do baque inicial, todavia algumas indústrias souberam usar suas qualidades para suprir a demanda do isolamento, como fez a de apostas.

Neste artigo, relembro momentos marcantes do período e explico como eles impactaram o setor de apostas, desde os cassinos físicos até grandes empresas que atuam online, como a Awintura.

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Primeira onda: lockdown total

Independentemente da sua posição sobre o COVID-19 hoje ou durante a pandemia, dificilmente não ficou preocupado com seus possíveis impactos em Março de 2020, quando todo o Brasil fechou. Lembro muito bem deste período pois acabava de me formar na universidade e estava extremamente ansioso para começar minha carreira, assim como todos os meus pares. Muitos planos foram frustrados, o medo do futuro pairava no ar e estávamos todos tateando como lidar com essa situação.

Foi após um grande jogo na Europa, entre Atalanta e Valência, que cunhou-se a famosa fala sobre partidas de futebol durante a pandemia: 40 mil pessoas em um estádio, uma "bomba biológica". Logo em seguida os eventos esportivos de todas as magnitudes foram suspensos até segunda ordem. Não havia como continuar sem antes entender todos os riscos envolvidos e como mitigá-los. Este foi o primeiro baque da indústria de apostas esportivas: sem jogo, aposta-se em quê?

Após o susto inicial: volta das atividades esportivas.

Já com melhores explicações disponíveis sobre a COVID-19, fruto do trabalho incansável dos profissionais e pesquisadores da área da saúde ao redor do mundo, o planeta parecia voltar a girar. Os trabalhadores puderam voltar a exercer suas atividades e as organizações responsáveis pela estrutura dos grandes eventos esportivos passaram a entender melhor sobre esta doença, seus impactos e como evitar a propagação do vírus em seus atletas.

Após aguardar cerca de 3 meses em total aflição, os torcedores puderam então voltar a vibrar por seus times do coração. Com protocolos de segurança elaborados, os eventos voltaram a acontecer um após o outro. Essas decisões foram tomadas respeitando as particularidades históricas relevantes para preservar a tradição de cada evento. As Olimpíadas, por exemplo, alojam os atletas que vêm de todo o mundo em um mesmo espaço, respeitando suas raízes da Antiguidade. Devido a isso, optaram por não realizar suas atividades até que isso fosse possível.

Dos eventos que voltaram a ser realizados, os protocolos de segurança estabelecidos pela OMS exigiam que não houvesse a presença de nenhum torcedor em campo. Isso criou dinâmicas muito severas e diferentes. Como exemplo, podemos citar a bolha da NBA (conhecida popularmente como The Bubble), onde a organização alocou todos os jogadores em um parque de diversões durante toda a temporada regular e realizava os jogos em arenas menores.

No Brasil, tivemos experimentos mais relaxados, também sem torcedores presentes. O primeiro campeonato de futebol a voltar às suas atividades foi o Campeonato Carioca, sendo seguido pelo Brasileirão.

As apostas esportivas e a pandemia

Sem a possibilidade de torcerem em campo, os aficionados por esportes passaram a ter mais tempo livre e renda sobrando. A demanda reprimida de manifestar seu apoio aos seus times presencialmente foi o cenário ideal para que a indústria de apostas esportivas percebesse o seu valor em meio a todo este caos.

Passíveis de serem acessadas de qualquer lugar, ofereceram o patrocínio a transmissão ao vivo de diversos jogos, se posicionaram como uma forma de manifestar a torcida reprimida e ainda ser uma fonte de renda neste momento tão incerto para grande parte da população. Com diversos setores deixando de lado suas cotas de patrocínio aos eventos esportivos, as casas de apostas supriram este vácuo. Elas começaram a despontar por aqui devido à descriminalização de suas atividades nos anos anteriores e estavam com sede de usuários.

Investiram pesado em publicidade e começaram a se tornar uma paixão nacional. A frase "vou apostar" logo se tornou "faz um bet", em referência ao termo em inglês utilizado pelas plataformas que chegavam por aqui e se tornavam patrocinadores máster. Por oferecerem um serviço novo, repleto de entretenimento, houve uma procura muito grande e rápida dos torcedores dessas plataformas. Em questão de meses, o mercado passou a ter um fluxo enorme de novas empresas chegando e lutando por seu lugar ao Sol.

Hoje é quase impossível nomear um clube nacional que não possua patrocínio de alguma marca de apostas esportivas. Esse é o resultado de um ótimo serviço prestado a todos e um posicionamento correto das marcas em um momento propício.


Por Sidney Barbosa da Silva - Página adicionada em 04 Janeiro 2024.