Os 10 jogadores mais bem pagos da MLS em 2025: salários verificados, valor por semana e o que isso diz sobre a liga

Os 10 jogadores mais bem pagos da MLS em 2025


Falar de “salário por semana” na MLS virou uma forma rápida de entender o novo tamanho do campeonato. Mas, para a informação ser realmente correta, é preciso separar duas coisas: salário-base anual (o valor fixo pago ao atleta) e compensação garantida (salário-base somado a bônus e luvas garantidos, anualizados). Esse tipo de leitura financeira também pode ser útil para scommetter melhor sobre a MLS, especialmente para quem acompanha dados de mercado e desempenho e utiliza plataformas que aceitam apostas a partir de 1 real como forma de testar análises com baixo risco. Jogadores com contratos mais elevados tendem a ocupar papéis centrais no projeto esportivo, com mais minutos em campo e maior impacto estatístico.

A lista abaixo usa dados divulgados pela MLS Players Association (MLSPA) na guia salarial de 2025, e o valor “por semana” é apenas uma conversão aproximada do total anual dividido por 52.


1) Lionel Messi (Inter Miami) — cerca de US$ 230 mil por semana


No topo, Messi continua em uma prateleira própria. Na guia salarial de 2025, o salário-base aparece em US$ 12,0 milhões/ano, o que dá aproximadamente US$ 230.769 por semana. Só que o dado que explica o “efeito Messi” de verdade é a compensação garantida, que passa de US$ 20,4 milhões/ano.

Na prática, isso mostra como a MLS trabalha com uma mistura de esporte e indústria do entretenimento: o impacto dele não é só gol e assistência, mas audiência, patrocínio, bilheteria e valor de marca.


2) Son Heung-min (LAFC) — cerca de US$ 200 mil por semana


A grande novidade na parte de cima da tabela é Son. O salário-base listado gira em torno de US$ 10,37 milhões/ano, que convertido fica perto de US$ 199 mil por semana (daí o “US$ 200 mil”). Na compensação garantida, ele ultrapassa US$ 11,1 milhões/ano.

É um movimento que sinaliza ambição: contratar um nome global ainda no auge competitivo e transformá-lo em motor de performance e produto.


3) Sergio Busquets (Inter Miami) — cerca de US$ 165 mil por semana


Busquets fecha o trio mais caro. O salário-base indicado é de US$ 8,50 milhões/ano, equivalente a cerca de US$ 163 mil por semana (muito próximo do “US$ 165 mil”). A compensação garantida sobe para algo em torno de US$ 8,77 milhões/ano.

No campo, ele entrega controle de ritmo e organização; fora dele, reforça o “projeto” do Inter Miami como destino de elite.


4) Miguel Almirón (Atlanta United) — cerca de US$ 120 mil por semana


Almirón aparece como um dos símbolos de investimento pesado para elevar o nível técnico. O salário-base listado é de US$ 6,056 milhões/ano, que dá cerca de US$ 116 mil por semana (muito perto do “US$ 120 mil”). A compensação garantida vai bem além: aproximadamente US$ 7,87 milhões/ano.

Esse salto entre base e garantido costuma indicar bônus/luvas relevantes dentro do acordo — algo comum quando o clube quer “fechar” o jogador rápido.


5) Hirving Lozano (San Diego FC) — cerca de US$ 115 mil por semana


O caso Lozano é importante porque representa expansão com força: um clube novo chegando e, já de cara, entrando na elite salarial. O salário-base divulgado é de US$ 6,0 milhões/ano, perto de US$ 115.385 por semana. Em compensação garantida, ele aparece na faixa de US$ 7,63 milhões/ano.

Na narrativa da MLS, isso é um recado: estrear “grande” e acelerar relevância esportiva e comercial.


6) Jordi Alba (Inter Miami) — cerca de US$ 115 mil por semana


Jordi Alba tem um número bem “limpo” na folha: US$ 6,0 milhões/ano também como salário-base, o que cai nos mesmos US$ 115 mil por semana. Na tabela, a compensação garantida aparece alinhada ao próprio base (ou seja, pouca diferença de bônus garantido).

Ele é um bom exemplo de contratação em que o clube paga caro, mas paga por um encaixe claro: entendimento automático com Messi, profundidade pela esquerda e influência competitiva.


7) Emil Forsberg (New York Red Bulls) — por semana, depende do número usado (base vs garantido)


Aqui está um ponto em que muita lista “de rede social” confunde. O salário-base listado para Forsberg é de US$ 5,405 milhões/ano, que dá cerca de US$ 104 mil por semana. Já a compensação garantida sobe para aproximadamente US$ 6,04 milhões/ano, que dá perto de US$ 116 mil por semana.

Por isso, você pode ver “US$ 110 mil/semana” em alguns rankings: é um arredondamento no meio do caminho, ou uma mistura de referência.

No futebol, ele agrega qualidade de último passe e bola parada; no projeto Red Bulls, serve como “hub” técnico para um elenco mais intenso e jovem.


8) Riqui Puig (LA Galaxy) — cerca de US$ 99 mil por semana


Puig aparece com US$ 5,125 milhões/ano de salário-base, o que dá cerca de US$ 98,6 mil por semana — arredondando, US$ 99 mil. A compensação garantida fica perto de US$ 5,78 milhões/ano.

É o perfil de estrela “de liga”: jovem o suficiente para ainda ter mercado, bom o suficiente para ser o centro criativo do time e, ao mesmo tempo, um rosto de marketing para uma franquia grande.


9) Jonathan Bamba (Chicago Fire) — cerca de US$ 97 mil por seman


Bamba tem US$ 5,0 milhões/ano como salário-base, que dá por volta de US$ 96,1 mil por semana (arredondando, US$ 97 mil). A compensação garantida aparece na faixa de US$ 5,58 milhões/ano.

Esse tipo de contratação costuma ser a tentativa de “virar chave” ofensiva: velocidade, 1x1, agressividade para gerar volume e, principalmente, aumentar o teto do time no terço final.


10) Christian Benteke (D.C. United) — cerca de US$ 86 mil por semana


Para fechar o top 10, Benteke aparece com US$ 4,5 milhões/ano de salário-base, o que dá aproximadamente US$ 86,5 mil por semana. Em algumas leituras pela ótica de compensação garantida, ele pode aparecer perto de US$ 4,94 milhões/ano.

Aqui, o salário conversa diretamente com função: um 9 físico e finalizador, que transforma cruzamentos e jogo direto em pontos — um tipo de recurso que, na MLS, ainda decide muitos jogos.


Por que o “salário por semana” viraliza (e por que você deve olhar também o garantido)


O número semanal é ótimo para comparação rápida, mas ele “esconde” a parte que mais muda entre jogadores: bônus e valores garantidos no contrato. A MLSPA publica justamente as duas colunas para evitar distorções: base e garantido.

Quando você vê um atleta com garantido muito acima do base, geralmente há luvas ou bônus contratuais relevantes. Quando base e garantido quase coincidem, o contrato tende a ser mais “reto”, com menos variáveis garantidas.


O que essa lista diz sobre a MLS em 2025


A liga está claramente em uma fase de consolidação de “superestrelas” e de franquias que assumem risco alto para acelerar audiência e desempenho. Inter Miami domina a narrativa com três nomes no top 10, mas o ponto mais interessante é a diversificação: LAFC com Son, San Diego chegando forte com Lozano, e mercados tradicionais (Galaxy, Red Bulls) sustentando estrelas próprias.

Se você me disser qual desses cards você quer que eu transforme em texto-base (ou se quer o ranking completo 1–10 com uma introdução “estilo reportagem”), eu adapto o tom e acrescento contexto de clubes, posição, impacto e comparação entre base vs garantido, mantendo tudo bem natural e sem cara de texto automático.


Veja também:


Campeões da Major League Soccer

Matérias Especiais